<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1174-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1174-1</td><td><b>A prtica institucionalizada do Agente Comunitrio de Sade: o desafio da prxis</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Agleildes Arichele Leal Queirs </u> (ESP-PE - Escola de Sade Pblica de Pernambuco) ; Livia Milena de Deus Mllo (ESP-PE - Escola de Sade Pblica de Pernambuco) ; Luci Praciano Lima (UFPE - Universidade Federal de Pernambuco) ; Paulette Cavalcanti Albuquerque (UPE - Universidade Estadual de Pernambuco) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O contexto das relaes de poder em torno do trabalho em sade assume algumas particularidades, uma vez que o objeto de trabalho no est ligado produo de bens materiais, mas a produo do bem estar do sujeito. O trabalho nessa compreenso dependente das necessidades naturais e sociais, e transformado pela sua interao. O trabalho do ACS compreendido na diviso organizacional do trabalho na forma  servio , cuja funo a de atender s expectativas e necessidades da sociedade. Esse estudo tem como objetivo mostrar os processos institucionais que tem significado a funo scio-ocupacional do Agente Comunitrio de Sade- ACS. O estudo adota uma abordagem qualitativa, cuja ferramenta terica metodolgica est alicerada no materialismo dialtico. Partindo da afirmativa que a institucionalizao do trabalho do ACS um processo contraditrio e definido por um modo de articulao das relaes complexas de uma totalidade social, faz-se necessrio compreender os aspectos estruturais (normas, estruturas de papis), bem como, as relaes sociais, vistas como prtica de dominao. No h, portanto, um Agente Comunitrio de Sade  ACS com princpios e prticas universais nicas. No caso do ACS, isso vai depender do contexto scio-histrico, da resistncia e resignificao da sua prxis, e das proposies terico-ideolgico em curso, que perpassam sua direcionalidade prtica. Consideramos que o sujeito em estudo, singular na sua conformao, pois o mesmo tem no seu contexto de trabalho e de moradia um importante recorte de classe social. Alm disso, o seu surgimento, reconhecimento, e institucionalizao acontecem em contexto de luta social e de resistncia poltica. Sendo assim - tanto a poltica que o mesmo se insere, o Sistema nico de Sade, como a sua prtica - pressuposto do Estado enquanto espao contraditrio, bem como da Instituio, e de uma prtica profissional no s articulada aos movimentos populares, mas se forjando no prprio movimento.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Trabalho em Sade, Agente Comunitrio de Sade, Institucionalizao do trabalho</td></tr></table></tr></td></table></body></html>