<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:1051-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">1051-1</td><td><b>PROBLEMATIZANDO POLTICAS PBLICAS EM SADE DO TRABALHADOR: A RELAO ENTRE TRABALHO E GESTO DO CUIDADO EM SADE</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Amanda Pereira de Carvalho Cruz </u> (UFPA - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR) ; Alcindo Antonio Ferla (UFRGS - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SULUFPA - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR) ; Paulo de Tarso de Oliveira (UFPA - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As modificaes do capitalismo levam a produo de novas subjetividades, pela via do agenciamento de foras que dinmico e mvel. A questo da sade dos trabalhadores foi emergindo sendo objetivada por diversas prticas, se tornando algo cada vez mais discutido e suscitado pelos movimentos sindicais e pr-trabalhadores, gerando diferentes repercusses no mbito das relaes de trabalho contemporneas. Para compreendermos o processo pelo qual a sade dos trabalhadores atua nos processos contemporneos de subjetivao necessrio dar visibilidade para as estratgias de gesto da sade em diferentes feies, atravs do desenvolvimento de polticas pblicas. No Brasil, isto se realiza com a regulamentao da Poltica Nacional de Segurana e Sade do Trabalhador (PNSST) de 2004, que vem sendo inserida gradativamente no pas. No Par, esta poltica ainda encontra-se em desenvolvimento, uma vez que ainda h intensos debates e organizaes que procuram articular a PNSST com as peculiaridades do Estado, produzindo uma emergente Poltica Estadual de Sade do Trabalhador. Este trabalho se prope a problematizar as prticas que produzem processos de subjetivao do  sujeito-trabalhador pautados em dispositivos biopolticos, a partir da gesto do cuidado em sade do trabalhador no Brasil, considerando seus efeitos no Estado do Par, concebendo a importncia de se desvelar as prticas cotidianas existentes no cuidado em sade do trabalhador no pas e no Estado. Neste sentido, est sendo desenvolvida a anlise dos documentos referentes ao campo da sade no trabalho no Brasil, partindo do mtodo genealgico formulado por Michel Foucault, uma vez que se considera os documentos como importante operador analtico das tecnologias de poder e governamentalidade. Observa-se que a produo e o discurso desenvolvido na PNSST insere sries discursivas em torno do conceito de risco, o que delineia uma gesto da sade pautada na racionalidade mdica clssica, com moldes na medicalizao e focada em procedimentos. Entretanto, novas sries discursivas se apresentam, permeando as possibilidades de construo de uma gesto do cuidado em sade do trabalhador que viabilize a integralidade da ateno. Analisando tais aspectos, possvel repensar o desenvolvimento de estratgias em sade para a emergncia de novas prticas de resistncias, desnaturalizando estratgias de governamentalidade direcionadas ao trabalho e potencializando novas prticas em sade.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;cuidado em sade, polticas pblicas, Sade do Trabalhador</td></tr></table></tr></td></table></body></html>