<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:981-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">981-2</td><td><b>Estudo das representaes acerca da presena do acompanhante de crianas hospitalizadas em um servio pblico de pediatria: A viso dos profissionais de sade e dos acompanhantes</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Angela Hygino Rangel </u> (ESS/UFRJ - ESCOLA DE SERVIO SOCIAL UFRJ) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO: Buscamos, neste trabalho, atualizar as representaes relativas presena do acompanhante de crianas hospitalizadas, em hospital pblico, a partir da investigao centrada no ponto de vista dos acompanhantes e dos profissionais de sade. A pesquisa foi realizada no Servio de Pediatria de um hospital pblico situado no municpio do Rio de Janeiro. Utilizamos a abordagem qualitativa, ancorada no mtodo etnogrfico. A observao participante foi adotada para a realizao do trabalho de campo. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com profissionais e acompanhantes. A categoria  representao social foi utilizada para compreender os diferentes significados que os profissionais de sade e os acompanhantes atribuem presena do acompanhante. O estudo mostrou que nos discursos, as representaes dos acompanhantes e dos profissionais de sade acerca da permanncia do acompanhante no servio configuram vises comuns e vises particulares, ambivalentes e, s vezes, contraditrias, sendo todas inspiradas no princpio de cuidar e proteger a criana. Entretanto, paradoxalmente, na prtica, alguns profissionais demonstraram o quanto quela presena pode ser incmoda e refletir, negativamente, no seu trabalho. Por outro lado, a defesa que alguns profissionais fizeram da presena dos acompanhantes esteve diretamente relacionada ajuda que estes ofereciam ao pessoal de enfermagem. Os acompanhantes percebem sua presena como um fator constitutivo da assistncia mdica prestada a criana. Esta foi a diferena mais significativa, relacionada viso da presena dos acompanhantes, entre os prprios acompanhantes e os profissionais. Por parte dos profissionais de sade no se verificou uma representao cuja qualidade incorporasse os acompanhantes como parte integrante e constitutiva do trabalho mdico-assistencial desenvolvido. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;crianas hospitalizadas</td></tr></table></tr></td></table></body></html>