<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:959-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">959-1</td><td><b>UTIILIZAO DO SAMU PELOS USURIOS COM DEMANDAS CLNICAS</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Giselda Quintana Marques </u> (UFRGS - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SULPMPA - PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE) ; Maria Alice Dias da Silva Lima (UFRGS - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A utilizao dos servios de sade depende de fatores que tem relao s caractersticas dos usurios, da capacidade de consumo avaliada pela oferta de servios, pela renda e pela necessidade da pessoa quando apresentar um problema de sade. Objetiva analisar a utilizao do SAMU por usurios com demandas clnicas, identificando as caractersticas das demandas e os motivos de utilizao do servio. Foi utilizada a estratgia de triangulao de mtodos, em que foram combinadas mltiplas estratgias de pesquisa, de forma a apreender as dimenses quanti-qualitativas do objeto. Os dados foram coletados no SAMU de Porto Alegre, utilizando dados dos boletins de atendimento (outubro, novembro e dezembro de 2008), entrevistas semi-estruturadas com 25 profissionais do SAMU e dados de observao do campo (setembro 2008 a maro de 2009). Na anlise quantitativa usaram-se freqncias relativas e absolutas, na qualitativa foi utilizada a anlise de contedo, com ordenao dos dados, classificao e anlise final. Os resultados foram agrupados e analisados em 4 dimenses: Clnico-biolgica (usurios demandavam o SAMU nas situaes agudas ou crnicas em que o servio agilizava o atendimento, dando suporte qualificado ao paciente) das caractersticas dos usurios (95,3% das demandas foi proveniente da populao, na faixa etria entre 41 - 60 anos, os agravos eram, na sua maioria, de mdia e pequena gravidade, 53,5% eram do sexo masculino) econmica e social (por dificuldade financeira para o acesso por meios prprios aos servios de urgncia, por compaixo/solidariedade e presso social) e da organizao da ateno s urgncias (que caracteriza as unidades hospitalares e de pronto atendimento como sendo as mais capacitadas tecnologicamente para o atendimento das urgncias). Conclui-se que o usurio demandava o SAMU para responder suas necessidades, mesmo naquelas situaes em que a demanda no correspondia aos critrios de prioridade da urgncia. Entretanto, em muitas situaes, os profissionais, mesmo crendo que as demandas no eram pertinentes encaminhavam usurios s portas das emergncias ou pronto atendimentos que, tambm, respondiam de forma afirmativa a muitas dessas demandas, o que reforava no iderio da populao que esses eram os servios mais preparados para esse tipo de atendimento. Sendo assim, a organizao do SAMU influenciava e regulava o acesso da populao ao sistema de urgncias tornando-se uma ferramenta potente de uso.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Emergncias, Servios mdicos de emergncia, Necessidades e demandas de servios de s</td></tr></table></tr></td></table></body></html>