<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:890-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">890-1</td><td><b>Participao dos estudantes na Conferncia Municipal de Sade de Londrina/PR: espao de construo e significao da cidadania para alm da academia</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Felipe Assan Remondi </u> (CEBES LONDRINA - Centro Brasileiro de Estudos da Sade - Ncleo LondrinaLASF UEL - Liga Acadmica de Sade da Famlia e Comunidade da UEL) ; Thalita da Rocha Marandola (LASF UEL - Liga Acadmica de Sade da Famlia e Comunidade da UEL) ; Clia Maria da Rocha Marandola (LASF UEL - Liga Acadmica de Sade da Famlia e Comunidade da UEL) ; Cristhiane Yumi Yonamine (CEBES LONDRINA - Centro Brasileiro de Estudos da Sade - Ncleo Londrina) ; Evelin Muraguchi (UEL/COLMED - Universidade Estadual de Londrina - Colegiado de Medicina) ; Fernanda de Souza Leite (LASF UEL - Liga Acadmica de Sade da Famlia e Comunidade da UEL) ; Franieli da Silva Nunes (LASF UEL - Liga Acadmica de Sade da Famlia e Comunidade da UEL) ; Renato Jos Francisco (LASF UEL - Liga Acadmica de Sade da Famlia e Comunidade da UEL) ; Susana Jussara de Oliveira (LASF UEL - Liga Acadmica de Sade da Famlia e Comunidade da UEL) ; Janana Bassega de Oliveira (LASF UEL - Liga Acadmica de Sade da Famlia e Comunidade da UEL) ; Rodrigo Frana (CEBES LONDRINA - Centro Brasileiro de Estudos da Sade - Ncleo Londrina) ; Adriana Ferreira Oliveira (LASF UEL - Liga Acadmica de Sade da Famlia e Comunidade da UEL) ; Silas Oda (LASF UEL - Liga Acadmica de Sade da Famlia e Comunidade da UEL) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2><b>Introduo:</b> A Constituio Federal de 1988 ao incorporar as principais propostas da VIII Conferncia Nacional ocorrida em 1986, criou o Sistema nico de Sade (SUS) com propsito de promover a justia social e superar as desigualdades na assistncia sade da populao. Um projeto to ousado e nascido no bero da democracia trouxe inmeras inovaes, dentre elas a possibilidade da sociedade civil interferir sob o estado na construo de polticas pblicas representa uma das mais importantes. As Conferncias de Sade acontecem a cada 2 ou 4 anos e tem o papel de debater os pontos mais relevantes para a comunidade, apontando propostas. Em Londrina/PR no ano de 2009 foi realizada a dcima primeira Conferncia Municipal de Sade que representou, apesar das inmeras dificuldades e desafios, um palco de discusses de profunda relevncia. Para seu sucesso ela contou com parcerias intersetoriais, entre elas com o Colegiado de Medicina da UEL (COLMED UEL), com a Liga de Sade da Famlia e Comunidade (LASF) e do ncleo do Centro Brasileiro de Estudos da Sade (CEBES Londrina). <b>Objetivo:</b> Relatar as experincias vivenciadas pelos estudantes membros da LASF e do CEBES que participaram da Conferencia Municipal, inicialmente como monitores e em seguida como delegados do seguimento de usurios. <b>Mtodos</b>: Aps a participao dos voluntrios e delegados foram colhidas as impresses de cada um atravs de um questionrio padro que foram sistematizados e interpretados pelo grupo de autores. <b>Resultados:</b> Dentre os diversos nuances relatados houve consenso sobre o acrscimo tcnico e cidado que essa experincias propiciou, figurando como uma oportunidade mpar de aprendizado fora dos limites da academia. Vivenciar o controle social representou, de diversas maneiras possveis, uma importante motivao para insero desses participantes em movimentos populares e na f de um SUS de qualidade, passando tambm pelas mos da populao. <b>Consideraes finais:</b> Imergir enquanto participes da construo da Conferncia e do SUS foi uma vivncia capaz de significar e motivar os estudantes, devendo ser melhor explorada como eixo de integrao dos cursos de graduao. A acanhada participao de usurios, os movimentos das correntes polticas e a falta de estrutura do controle social revelam vrios desafios para o avano do SUS ao mesmo tempo que possibilitam reflexes e mpeto de transformao para a formao de cidados que vivam cada vez mais e melhor.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Controle Social, Participao Estudantil, Sistema nico de Sade</td></tr></table></tr></td></table></body></html>