<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:821-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">821-1</td><td><b>AGENTES COMUNITRIOS DE SADE: TRABALHO E FORMAO PROFISSIONAL NUMA PERSPECTIVA EMANCIPATRIA</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Roberta Rodrigues de Alencar Mota </u> (SMSDC-RJ - SECRETARIA MUNICIPAL DE SADE E DEFESA CIVIL-RIO DE JANEIRO) ; Helena Maria Scherlowski Leal David (UERJ - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O estudo tem por objeto a trajetria profissional e de escolarizao do Agente Comunitrio de Sade (ACS), entendendo a escolarizao como um processo de avanar no aprendizado dentro da escola formal e no apenas na formao profissional. Entende-se o trabalho como um princpio emancipatrio, mas ao mesmo tempo repleto de contradies e, ainda, campo de explorao, na lgica do modelo de acumulao em curso. O objetivo geral do estudo descrever e discutir a trajetria de trabalho, formao e escolarizao dos Agentes Comunitrios de Sade inseridos na rea Programtica 5.2 (AP 5.2). O estudo apresenta uma abordagem qualitativa, com base nas narrativas sobre o trabalho e vida dos ACS e o mtodo de anlise dos dados foi de base interpretativa com apoio do referencial da Hermenutica-Dialtica. Alm disso, foi obtido um perfil quantitativo de escolaridade de todos os ACS. O campo da pesquisa foi a AP 5.2, no municpio do Rio de Janeiro. Os resultados evidenciam ampliao significativa em todas as faixas de escolaridade desses ACS aps o incio do trabalho. As razes apontadas para o ingresso no trabalho de ACS esto relacionadas oportunidade de ingresso ou reingresso no mercado formal de trabalho e a proximidade da residncia. A desvalorizao e a falta de reconhecimento so apontadas como os principais motivos para os ACS deixarem a profisso. Alguns sujeitos apontaram como provisrio o trabalho de ACS e sua permanncia est vinculada a falta de outras perspectivas e tambm a sua identificao com o trabalho comunitrio, remetendo a um carter de ddiva. O princpio emancipatrio do trabalho tambm foi apontado por alguns sujeitos, j que o trabalho propiciou a retomada de antigos objetivos, no caso, voltar a estudar. Tambm foram encontrados achados da influncia do enfermeiro no trabalho do ACS e na sua opo profissional. Parece haver um desejo deste trabalhador em mudar de funo, porm continuando na rea da sade, mas a garantia dessa mudana s ser possvel com uma ordem social mais justa. Com base nos resultados e no referencial terico, conclui-se que o ACS deve ser olhado no apenas como um trabalhador que reproduz um modelo de relao de trabalho, mas que, como membro das classes populares, permite pensar mudanas a partir do conceito de indito vivel. Sua permanncia como ACS e a garantia de que se cumpra a proposta de mudana indicada pela Estratgia de Sade da Famlia (ESF) depende do reconhecimento tcnico e poltico desse trabalhador.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;AGENTE COMUNITRIO DE SADE, ESCOLARIZAO, FORMAO PROFISSIONAL</td></tr></table></tr></td></table></body></html>