<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:804-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">804-1</td><td><b>Referncia e contra-referncia de portadores de enfermidades cardacas: uma fragilidade na ateno bsica em sade</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Mariana Falco </u> (PUC-SP - Pontifcia Universidade Catlica) ; Brenda Ribeiro Brando (PUC-SP - Pontifcia Universidade Catlica) ; Gabriela Preturlan Capitani (PUC-SP - Pontifcia Universidade Catlica) ; Mariana Cristina Ortiz Gambaro (PUC-SP - Pontifcia Universidade Catlica) ; Ricardo Nunes (PUC-SP - Pontifcia Universidade Catlica) ; Luis Fernando Faveri (PUC-SP - Pontifcia Universidade Catlica) ; Bruno Vasconcellos (PUC-SP - Pontifcia Universidade Catlica) ; Marianne Moraes (PUC-SP - Pontifcia Universidade Catlica) ; Marlia Guinzelini Pinhal (PUC-SP - Pontifcia Universidade Catlica) ; Leni Lanza (PUC-SP - Pontifcia Universidade Catlica) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A principal funo do complexo Referncia-Contrarreferncia viabilizar o trnsito do usurio, bem como das informaes sobre seu tratamento,nos diferentes nveis de atendimento do Sistema nico de Sade. Entretanto, apesar dessa inegvel importncia na manuteno da integralidade do SUS, uma grande dificuldade que se enfrenta, ainda hoje, o referenciamento /contrarreferenciamento adequado dos pacientes aos diversos servios. A referncia representa o maior grau de complexidade e compreende o momento em que o usurio encaminhado para um atendimento com nveis de especializao mais complexos. J a contrarreferncia diz respeito ao menor grau de complexidade, quando a necessidade do usurio, em relao aos servios de sade, mais simples, ou seja,cidado pode ser conduzido para um atendimento em nvel mais primrio. Constatou-se a necessidade de realizar um levantamento que possibilitasse rastrear as dificuldades que envolvem esse entrave no fluxo entre a ateno primria e a secundria. Trata-se de um estudo do tipo pesquisa-ao, cujo universo foram os profissionais mdicos das 4 USF integrantes do do PET Sade.Os profissionais foro estimulados a manifestarem suas dificuldades e necessidades, por meio de questes abertas com relao ao referenciamento e contra-refenciamento.A anlise dos dados foi feita por meio do "O desafio do conhecimento:"pesquisa qualitativa em sade"Minayo 2003. Foram convidados para participar do estudo os 14 clnicos das USF includas no PET SADE, e 6 cardiologistas da Policlnica de Sorocaba. Destes, 18 profissionais se prontificaram a responder s 2 questes. A categorizao temtica proposta por Minayo(2003) e aqui adotada, apresentou como temas emergidos dos discursos as seguintes categorias: A 1 categoria, o tempo de espera prolongado.A 2 foi a falta de critrio no encaminhamentos. A 3 categoria evidenciada foi a inadequao do atendimento mdico bsico nas USFs. O referenciamento pouco informativo foi a 4 categoria. Quanto as dificuldades no contrarreferenciamento de pacientes cardacos, destacaram-se: A 5 categoria o no envio das fichas de contrarreferncia. O preenchimento inadequado por parte do especialista, 6 categoria. A 7, a insegurana do clnico em dar continuidade ao tratamento proposto pelo cardiologista.A 8remete a insegurana do paciente em continuar seu tratamento com o clnico. A 9 categoria foi a sugesto da criao de um protocolo de atendimento. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Contra referencia, Referencia, SUS</td></tr></table></tr></td></table></body></html>