<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:750-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">750-1</td><td><b>JUVENTUDE E ATENO BSICA EM SADE: ENTRE PROPOSIES E EFETIVAES COM PBLICOS DE REGIES PERIFRICAS</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td>Ana Paula Serrata Malfitano (UFSCAR - Universidade Federal de So Carlos) ; <u>Giovanna Bardi </u> (UFSCAR - Universidade Federal de So Carlos) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A fim de criar estratgias de ateno sade da populao adolescente e juvenil, polticas pblicas e programas foram historicamente se constituindo na busca de trazer esse pblico-alvo aos servios de sade, utilizando como estratgia prioritria a ateno bsica em sade. No entanto, dados estatsticos mostram que grande parte destes jovens encontra-se na indigncia, vivendo em situao de precariedade e vulnerabilidade extremas, lanando o desafio de a sade propor aes para interveno com esta populao. Nesta direo, apresentamos uma pesquisa que se props a conhecer a realidade da regio Grande Cidade Aracy, no Municpio de So Carlos, SP, caracterizada como uma regio carente de equipamentos de educao, sade, segurana, renda familiar e insero no mercado de trabalho de seus habitantes, alm de sofrer do estigma da pobreza, que leva excluso social. Nosso propsito analisar e discutir, a partir de uma perspectiva scio-histrica, as polticas e programas sociais de ateno juventude existentes nessa regio, com enfoque nas suas interfaces com a rea da sade. Pretende-se mapear as aes realizadas pelos servios e conhecer seu modo de funcionamento e pblico atendido, a fim de compreender como so realizados e a quais diretrizes esto vinculadas. Para tanto, utiliza-se como metodologia a consulta a fontes documentais e a realizao de entrevistas semi-estruturadas com coordenadores e tcnicos de servios de sade bsica, coordenadores de equipamentos sociais e jovens que vivem na regio. Alm de observao participante, so realizadas anlises etnogrficas de campo. Os dados de campo permitem afirmar que o mito de que as pessoas jovens no adoecem, somado por uma viso preconceituosa do adolescente pela sociedade, contriburam para que haja uma pequena presena dos jovens nos servios de sade bsica e que os equipamentos oferecem poucas alternativas de cuidado e, principalmente, de ateno aos aspectos de vulnerabilidade social e complexidades contemporneas. Os tcnicos vem pouco as reais demandas dos jovens, uma vez que tm pouca capacitao para o atendimento a esta populao, no criando estratgias de ateno a este grupo, conforme previsto pelo Ministrio da Sade. Diante desta problemtica, faz-se necessrio criar estratgias de ateno e cuidado para a populao juvenil, a partir do paradigma contemporneo sobre a juventude, possibilitando o acesso aos direitos sociais, entre eles a sade.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;ateno bsica, direitos sociais, juventude</td></tr></table></tr></td></table></body></html>