<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:662-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">662-1</td><td><b>DIALOGISMO E ARTE NA GESTO EM SADE: a perspectiva popular nas Cirandas da Vida em Fortaleza- CE </b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Vera Lucia Azevedo Dantas </u> (UFC - Universidade Federal do Cear) ; Angela Maria Bessa Linhares (UFC - Universidade Federal do Cear) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este estudo prope-se a apreender na experincia das Cirandas da Vida, como se expressam o dialogismo e a arte, na gesto em sade, buscando a perspectiva popular; capturar o modo como a populao expressa sua histria de luta, mediante as linguagens da arte; analisar a insero dos atores populares na formulao de polticas de sade; e compreender como os grupos geracionais expressam suas leituras da realidade, no dialogismo vivido na gesto em sade. Propusemos a pesquisa-ao como metodologia e construimos a Ciranda de Aprendizagem e Pesquisa, na qual envolvemos atores populares  os cirandeiros, grupo sujeito deste estudo. As sinfonias revelam desafios como o de constituir na gesto em sade um caminho de intersetorialidade. O trabalho com a humanizao revela a necessidade de dialogos entre os trabalhadores da sade,a gesto e os saberes populares articulando redes de conversao que incluem prticas de cuidado. A interface entre sade e educao escolar d o tom do dialogismo entre educao e gesto em sade, mediado pela arte e a educao popular. A juventude em conflito com a lei revela a omisso do Estado cujas lacunas vo sendo supridas pelo princpio de comunidade em um dilogo intercultural, como forma de romper com o silenciamento dessa juventude e promover suas potncias. A arte em sua polifonia e as redes sociais revelam sua potncia nos processos de mobilizao e de incluso social. As dimenses pedaggicas da experincia traam saberes que revelam o desejo dos artistas populares, de se dizer como sujeitos histricos das aes de sade. A  cenopoesia nos impulsiona para o dilogo entre as linguagens da arte. As aes de gnero referendam a corresponsabilizao coletiva articulando dimenses subjetivas e polticas. A experincia com aes de economia solidria parece nos apontar caminhos do dialogismo entre o princpio de comunidade e o princpio de mercado, revelando-nos o valor da solidariedade na luta pelo acesso as polticas sociais. A burocracia estatal tem-se feito barreira incluso popular na efetivao de polticas pblicas. A insero dos cirandeiros no campo da gesto e militncia popular pareceu-nos dizer que o saber e a experincia popular no pode ser desperdiada na gesto. A incluso das Cirandas como roda da educao popular na Teia de Cogesto da SMS revela potencialidades e desafios como espao instituinte onde o princpio de comunidade busca efetivar  movimentos em potncia para exercer o seu protagonismo .</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;dialogismo, arte, gesto</td></tr></table></tr></td></table></body></html>