<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:603-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">603-1</td><td><b>A Inflexo das Agncias Internacionais sobre a Formao de Trabalhadores de Sade: Um estudo de caso sobre a Organizao Mundial da Sade</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Gustavo Correa Matta </u> (EPSJV/FIOCRUZ - Esacola Politcnica de Sade Joaquim Venncio - FIOCRUZ) ; Arlinda Barbosa Moreno (EPSJV/FIOCRUZ - Esacola Politcnica de Sade Joaquim Venncio - FIOCRUZ) ; Ruben Araujo de Mattos (IMS/UERJ - Instituto de Medicina Social - UERJ) ; Camila Furlanetti Borges (EPSJV/FIOCRUZ - Esacola Politcnica de Sade Joaquim Venncio - FIOCRUZ) ; Catia Cristina Martins de Oliveira (EPSJV/FIOCRUZ - Esacola Politcnica de Sade Joaquim Venncio - FIOCRUZ) ; Carlos Maurcio Guimares Barreto (EPSJV/FIOCRUZ - Esacola Politcnica de Sade Joaquim Venncio - FIOCRUZ) ; Sylvia Lima (EPSJV/FIOCRUZ - Esacola Politcnica de Sade Joaquim Venncio - FIOCRUZ) ; Helena David (FE/UERJ - Faculdade de Enfermagem - UERJ) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Introduo: A formao de trabalhadores para os sistemas nacionais de sade, tem sido alvo da formulao de recomendaes pela Organizao Mundial de Sade (OMS) desde 2003, resultando em temtica privilegiada no Relatrio Mundial da Sade de 2006 (RMS 2006). Observa-se um incremento de cooperaes internacionais envolvendo a qualificao da fora de trabalho nos pases pobres e em desenvolvimento. No RMS 2006, a OMS faz um levantamento da fora de trabalho em sade (FTS) no mundo, a identificao dos principais problemas e desafios, e faz recomendaes para a gesto e formao de trabalhadores para a sade. Objetivo: Analisar as polticas de formao de trabalhadores de sade propostas pela OMS no perodo de 2003 a 2006. Metodologia: A partir de uma perspectiva construcionista, foi realizada uma pesquisa documental e bibliogrfica, identificando as relaes entre processos de globalizao e sade, tomando como foco a poltica de formao profissional em sade da OMS durante o perodo de 2003 2006. Resultados: As relaes entre trabalho, educao e sade so condensadas na noo de capital humano,sem levar em considerao a diversidade dos sistemas educacionais e sanitrios. A formao de trabalhadores em sade parece prescindir de uma anlise do nvel de escolaridade em relao a formao almejada. clara a diviso entre trabalho manual e trabalho intelectual, fundada no modelo pedaggico de currculo por competncias, produzindo conhecimentos e atitudes que visam a adaptao dos trabalhadores s aes verticais em sade. As tecnologias de ensino distncia e de baixo custo so incentivadas e mostram claramente a opo por formaes abreviadas, depositando um lugar de destaque superviso, seguindo o modelo fordista de produo. A reestruturao produtiva e precarizao do trabalho so tematizadas como determinantes da crise da FTS, mas no tornam-se objeto de crtica nos documentos. A OMS lana mo de polticas globais que identificam uma arena transnacional, sem identidade, onde os principais atores-mediadores da relao entre os Estados so organizaes transnacionais, que impem uma ordem poltica, econmica e cultural hegemnica. Concluso: Apesar da preocupao com a escassez da FTS adequada, as recomendaes se voltam para os pases pobres e em desenvolvimento. Portanto, como nas polticas de sade globais, o alvo a possibilidade dos pases desenvolvidos e organismos internacionais, influir hegemonicamente na gesto e educao da FTS.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Formao Profissional, Organismos Internacionais, Organizao Mundial da Sade</td></tr></table></tr></td></table></body></html>