<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:601-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">601-1</td><td><b>Acolher bem o trabalhador para acolher bem o usurio: um olhar diferenciado para o profissional da porta de entrada da emergncia do Hospital Nossa Senhora da Conceio</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Fernanda Machado Bueno </u> (HNSC - Hospital Nossa Senhora da ConceioHNSC - Hospital Nossa Senhora da ConceioHNSC - Hospital Nossa Senhora da ConceioHNSC - Hospital Nossa Senhora da Conceio) ; Isabel Cristina Souza Portes (HNSC - Hospital Nossa Senhora da ConceioHNSC - Hospital Nossa Senhora da Conceio) ; Mara Ins de Lima Batista Dias (HNSC - Hospital Nossa Senhora da ConceioHNSC - Hospital Nossa Senhora da ConceioHNSC - Hospital Nossa Senhora da Conceio) ; Maristela Vargas Losekann (HNSC - Hospital Nossa Senhora da ConceioHNSC - Hospital Nossa Senhora da ConceioHNSC - Hospital Nossa Senhora da ConceioHNSC - Hospital Nossa Senhora da Conceio) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Os usurios que buscam os servios da emergncia exigem resolutividade. Desde o contato com o trabalhador da segurana, o usurio acredita que a cura para seu mal deva estar sendo encaminhada. No existe pacincia quando tratamos de vida e morte. O usurio, ao passar pela avaliao de risco dificilmente admite que seu mal seja menor que o do prximo e, de modo geral, este usurio considera irrelevante a emisso de um boletim de atendimento, muitas vezes desprezando o trabalho que o auxiliar administrativo executa no local. Este processo ocorre inmeras vezes ao longo do dia e dificilmente acontece de forma ordenada e tranqila, pois vrios usurios buscam atendimento ao mesmo tempo. Cada um exige prioridade para seu caso, sobrecarregando o trabalhador que pode assumir uma postura profissional e fria e manter distncia do usurio, mas fatalmente em alguns casos  quando no na maioria deles  existe um grande envolvimento do profissional com as situaes vividas pelo usurio. O profissional da porta de entrada do servio de emergncia que assimila o sofrer do usurio dispe de que formas para descarregar a tenso? De que ferramentas este profissional se utiliza para tomar as decises que iro agilizar o processo de cura/tratamento do usurio? Identificamos na rea estudada, a partir dos relatos dos trabalhadores nos encontros semanais do acolhimento, os seguintes fatores diferenciais: maior esgotamento emocional, conflito constante, necessidade contnua de desenvolvimento e atualizao externa em atividades fora do horrio de trabalho, profissionais cujo perfil no adequado para um setor onde a demanda de usurios muito alm do suportado. Observando a porta de entrada da emergncia, identificamos a necessidade de implantar, com o auxlio da equipe de apoio matricial da Sade do Trabalhador, um grupo de escuta qualificada aberto para todos profissionais que atuam na porta de entrada do servio de Emergncia do Hospital Nossa Senhora da Conceio. Esse trabalho consiste em Plano de Interveno e est inteiramente baseado nos conhecimentos adquiridos sobre a Poltica Nacional de Humanizao (PNH). Entendemos que para a humanizao deixar de ser utopia e alcanar plenamente o usurio necessrio que todos os sujeitos envolvidos nesse processo  gestores, trabalhadores e usurios  tenham vez e voz. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Sade do Trabalhador, Estresse psicolgico, Poltica Nacional de Humanizao</td></tr></table></tr></td></table></body></html>