<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:553-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">553-1</td><td><b>GRUPO TERAPUTICO NA ATENO BSICA: desafios da prtica</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Angely Caldas </u> (UFPB - Universidade Federal da Paraba) ; Danyelle Nbrega de Farias (UFPB - Universidade Federal da Paraba) ; Kelienny de Meneses Sousa (UFPB - Universidade Federal da Paraba) ; Ktia Suely Queiroz Silva Ribeiro (UFPB - Universidade Federal da Paraba) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Caracterizao do problema: Na experincia na Ateno Bsica (AB), temos encontrado grande dificuldade na manuteno dos grupos teraputicos. Essa problemtica est relacionada a vrios aspectos: a falta de um espao fsico adequado nas Unidades de Sade da Famlia (USF); a escassez de recursos materiais, a falta de conhecimento e/ou conscincia da populao quanto importncia de atividades preventivas, devido prevalncia do carter curativo ainda existente na assistncia sade. Alm disso, os cuidados com a sade deixam de ser prioridade em um contexto em que a luta pela sobrevivncia se sobrepe e, dessa forma, as obrigaes cotidianas dificultam a participao. Descrio da experincia: O Programa de Orientao Postural (POP) uma das atividades coletivas desenvolvidas, atravs do Projeto de Extenso Fisioterapia na Comunidade, da Universidade Federal da Paraba (UFPB), que desenvolve aes de preveno, promoo e manuteno da sade na AB. Atualmente as prticas so desenvolvidas nas comunidades do Groto e Maria de Nazar, na cidade de Joo Pessoa- PB, e esto vinculadas s USF, tendo como base a Educao Popular. Os encontros acontecem semanalmente atravs de alongamentos, relaxamentos, oficinas de dana, e dinmicas, precedidas de rodas de conversa, onde so abordados temas relacionados postura, bem como outras temticas sugeridas pelos participantes a partir das suas necessidades e anseios, tais como senilidade, cidadania e fitoterapia. Efeitos alcanados: Evidencia-se a importncia do grupo com enfoque para o auto cuidado, e do trabalho de preveno e manuteno da sade,fundamental para buscar a melhoria da qualidade de vida dos integrantes. Alm disso, proporciona a socializao dos participantes, melhorando a interao na relao comunidade/servio/academia, tornando-a mais humanizada. Esses resultados no so mais significativos devido inconstncia dos usurios no grupo. Recomendaes: As dificuldades observadas na dinmica do POP interferem na sua organizao e rendimento, gerando desafios na busca por alternativas que possibilitem a sua continuidade, podendo ser solucionado com a persistncia, dinamicidade e envolvimento daqueles que o compem. Alm disso, importante ressaltar a contribuio da Educao Popular no sentido da reflexo sobre como compreender e intervir visando a uma mudana desta realidade.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Ateno Bsica, Atividades em grupo, Educao Popular</td></tr></table></tr></td></table></body></html>