<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:518-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">518-1</td><td><b>ACOLHIMENTO: uma experincia no cuidado em unidade de alto-risco</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Maria Lusivnia de Jesus Borges </u> (SMS - Secretaria Municipal de Sade) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>No trabalho em sade predomina o componente trabalho vivo em que as tecnologias leves so determinantes para uma ateno sade centrada no usurio, de forma integral, produtora de autonomia, que efetivamente defenda a vida individual e coletiva. O presente relato tem como objetivo descrever as aes que esto sendo realizadas para a implantao do acolhimento na Maternidade de Alto-Risco Nossa Senhora de Lourdes em Aracaju. O Acolhimento nesse espao tem como proposta responder a demanda das usurias, familiares que se encontram na recepo, ambulatrio, que necessitam ser atendidos em suas necessidades, garantindo assim um espao de troca, de escuta qualificada, medos e expectativas, identificando riscos e suas vulnerabilidades. Objetivo: Receber o usurio e ou familiar de forma solidria e acolhedora; Garantir que a escuta do usurio seja individualizada, sigilosa e qualificada; Trabalhar a diretriz do vnculo para que esta seja implantada logo no acolhimento; Pactuar juntamente com os trabalhadores (recepo, ambulatrio) procedimentos que devem ser respeitados para a resolutividade no atendimento; Registrar Atendimento; Encaminh-lo ao local de atendimentoser utilizada uma planilha simples que deve ser utilizada pelos trabalhadores que fazem o acolhimento. Esperamos tambm que este espao seja um provocador de mudana das prticas cotidianas, introduzindo uma clinica ampliada, criando e possibilitando aos usurios um espao coletivo, onde estes sejam visto enquanto sujeito.objetivos: Responder a demanda que se encontra na recepo, e ambulatrio;Encaminhamentar com responsabilidade com garantia de acesso a rede de ateno; Aumentar de eficcia no atendimento;Diminuir a ansiedade de usurios, familiares e profissionais; Aumento da satisfao do usurio;Padronizar de dados para estudo, pesquisa e planejamento; Melhorar as relaes interpessoais.Metodologia: ser utilizada uma planilha simples que deve ser utilizada pelos trabalhadores que fazem o acolhimento. Objetivando documentar o numero de casos atendidos e sua resolutividade e posteriormente ser utilizado como referncia para avaliao do servio. Avaliao in loco onde dever ser feita, o caminho percorrido pelo usurio que chega ao servio, e qual o caminho que percorre para ter suas necessidades atendidas. Servir tambm para entendermos de onde vem e quem demanda para sala de acolhimento. Bem como para onde vai. Sendo posteriormente analisado e expressado em grfico.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;acolhimento, usurio, trabalho em sade</td></tr></table></tr></td></table></body></html>