<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:505-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">505-1</td><td><b>O PERCURSO AOS SERVIOS DE SADE DA CRIANA COM NECESSIDADES ESPECIAIS DE SADE</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Brbara Andres </u> (UFRGS - Universidade Federal do Rio grande do Sul) ; Eliane Tatsch Neves (UFRGS - Universidade Federal do Rio grande do Sul) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Nas ltimas dcadas , houve um decrscimo significativo na Taxa de Mortalidade Infantil no Brasil. Conseqentemente, se por um lado constata-se o aumento da sobrevivncia das crianas, por outro, verifica-se a elevao de sua morbidade. Crianas que apresentam condies especiais de sade so classificadas como crianas com necessidades especiais de sade, as CRIANES. A partir do momento em que a criana tem sua alta hospitalar, perde-se o contato com a famlia e, ainda, no se tem informaes sobre seu acolhimento por servios de sade na comunidade. Desta forma, desconhece-se o acesso dos familiares cuidadores de CRIANES ao sistema de sade, pois ainda percebe-se falta de conexo entre a rede institucional de sade. Objetivou-se descrever o percurso dos familiares cuidadores de CRIANES no contexto da comunidade. Pesquisa qualitativa com uma abordagem participativa. A captao dos sujeitos se deu por sorteio do banco de dados da pesquisa  Crianas egressas da terapia intensiva neonatal: caracterizao das necessidades especiais de sade e do acesso aos servios de seguimento em sade  Santa Maria  RS . Os dados foram produzidos por meio do Mtodo Criativo Sensvel com a Dinmica de Criatividade e Sensibilidade Mapa Falante com os familiares cuidadores de CRIANES. Os dados foram submetidos a Anlise de Discurso francesa. A pesquisa foi aprovada pelo Comit de tica em Pesquisa da instituio sob nmero de CAEE 0003.0.243.000-8. Os resultados apontaram que os locais que prestam atendimento CRIANES so distantes geograficamente, necessitando de meios de transporte para a locomoo. A av, como cuidadora principal da CRIANES, movimenta-se em vrias direes buscando o melhor atendimento ao seu neto. A ausncia de um sistema de referncia e contra-referncia dificultou a trajetria dos familiares, fazendo com que eles prprios tecessem sua rede em busca de atendimento. Os achados confirmaram que as CRIANES so um grupo ainda invisvel perante as polticas pblicas, ficando marginalizados no SUS. Nesse sentido, as aes dos profissionais de enfermagem, dentre outros profissionais da rea da sade, devem auxiliar no sentido de reorganizar o sistema de sade vigente, ampliando o cuidado de enfermagem a todos os nveis de assistncia. Cabe aos profissionais, especialmente enfermeiros, facilitar a formao de redes e o acesso a assistncia em sade das CRIANES.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Sade da criana, Enfermagem peditrica, Necessidades especiais</td></tr></table></tr></td></table></body></html>