<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:496-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">496-1</td><td><b>Ergo(trans)formao: curtos-circuitos entre o trabalhar e os processos de subjetivao.</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Neide Ruffeil </u> (UFRRJ/IM - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Propomos explorar as possibilidades de lidar com o trabalho enquanto atividade, compreendendo-o, a partir da perspectiva ergolgica (SCHWARTZ, 2000), portando um tipo de dialtica entre o Registro 1 das normas antecedentes que marcam fortemente a antecipao desse trabalho; e o Registro 2 das dimenses singulares do encontro de encontros, que se produz em todo trabalhar. A perspectiva ergolgica vai buscar mtodos que sejam capazes de dar visibilidade dimenso gestionria que atravessa todo trabalhar, para que os protagonistas da atividade possam se apropriar de sua atividade, individual e coletivamente, ampliando seus nveis de autonomia frente ao trabalho e vida. O termo ergo(trans)formao afirma uma prtica de pesquisa-interveno que se prope transformadora da realidade, apostando numa interveno micropoltica no seio da experincia social (Rocha e Aguiar, 2003). Esta compreenso de pesquisa afirma a produo coletiva do conhecimento pautando-se numa abordagem construtivista onde conhecer um processo de inveno de si e do mundo (KASTRUP, 1999). Propomos enfrentar o problema: o trabalho pode ser pensado como inveno de si e do mundo, entrando em curto-circuitagem com as formas de produzir em conformidade com organizao formal do trabalho, afirmando o primado do agir prprio do trabalhador como atividade, frente ao acontecimental do trabalho? Apresentamos aqui uma experimentao de ergo(trans)formao frente a possibilidade de formao educacional e profissional de jovens com  transtorno mental grave em uma rede de restaurantes que acabou por se desdobrar na cartografia do trabalho coletivo e do coletivo de trabalho, tendo um jovem  portador de sndrome de Down como protagonista da atividade. A escolha metodolgica se fez em duas perspectivas distintas e complementares: (1) o mtodo cartogrfico (Deleuze e Guattari, 1995), (Guattari e Rolnik, 1986) e (Passos, Kastrup e Escssia, 2009); e (2) o Dispositivo Dinmico de Trs Polos (Schwartz, 1999), incorporando a reformulao conceitual denominada Comunidade Ampliada de Pesquisa (Athayde e Brito, 2003). Como concluso, refletimos se possvel pensar a atividade inventiva de trabalho, a partir da experimentao de ergo(trans)formao que apresentamos, considerando suas condies e efeitos. Esta experimentao nos imps pensar o trabalho (enquanto atividade) em sua indissociabilidade com a formao humana e com a produo de subjetividade.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Ergoformao, Atividade, Gesto</td></tr></table></tr></td></table></body></html>