<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:484-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">484-2</td><td><b>O Sistema nico de Sade e a Abordagem Sistmica: possveis aproximaes</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Daniele Aparecida dos Santos </u> (NESCO- UEL - Ncleo de Estudos em Sade Coletiva- UEL) ; Eliana Barbosa Pereira (NESCO- UEL - Ncleo de Estudos em Sade Coletiva- UEL) ; Sheila Regina de Camargo Martins (UEM - Universidade Estadual de Maring) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A sade pblica brasileira est transitando entre um modelo biomdico, curativo e um centrado nos princpios da Ateno Primria, focando a promoo e preveno da sade, o que implica na mudana dos paradigmas que norteiam as prticas em sade. Objetivou-se assim realizar uma investigao qualitativa sobre as possveis aproximaes entre os princpios do Sistema nico de Sade e o referencial sistmico em Terapia Familiar, buscando compreender, atravs do levantamento bibliogrfico, as possveis interfaces entre os principais conceitos sistmicos, seus modelos de interveno e os pressupostos e diretrizes do SUS. Observou-se similaridades entre o conceito de integralidade, a concepo de sade e as diretrizes de ateno s relaes familiares e comunitrias com os pressupostos sistmicos. A compreenso ampliada de sujeito comum poltica de sade e abordagem sistmico-construtivista, assim como as diretrizes de interveno  baseadas na inteno de ativao dos recursos (individuais, familiares e sociais), que consideram o contexto scio-cultural e a valorizao dos saberes locais. Coincidem tambm na valorizao da autonomia das pessoas e dos grupos e na adoo de uma postura horizontal com estmulo da co-construo de sade no processo interacional entre gestores, profissionais e usurios. A valorizao do singular e contextual tambm identificada tanto na poltica quanto na proposta terica aqui analisada e se reflete na preocupao com a questo relacional no processo de produo de sade que envolve o indivduo, sua histria peculiar em uma famlia especfica e nas relaes com a rede social de apoio. Assim como valoriza cada trabalhador e suas interfaces co-construdas na histria e inter-relaes institucionais, com gestores e demais atores e setores que constituem a rede de servios. No se trata de retirar a responsabilidade do estado com o investimento em sade e em todos os seus condicionantes, mas em incentivar a participao popular intensiva nas diferentes instncias para garantir seus direitos constitucionais. Mudanas nas concepes de sade implicam na necessidade de repensar a formao dos profissionais que atuam nessa rea. Apesar de j se perceber avanos nessa direo, faz-se necessrio uma constante reflexo crtica sobre os pressupostos que embasam a formao, tanto nos cursos de especializao quanto nos de graduao. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Abordagem Sistmica, Referencial terico, SUS</td></tr></table></tr></td></table></body></html>