<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:435-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">435-1</td><td><b>A Lgica da Humanizao e do Cuidado Sade Transposto a outras reas dos Servios Pblicos de Ateno</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td>Diana Moraes (SEAD/PA - Secretaria de Estado de AdministraoUFPA/PPGP - Universidade Federal do par) ; Alcindo Antonio Ferla (UFPA/PPGP - Universidade Federal do par) ; Paulo de Tarso Oliveira (UFPA/PPGP - Universidade Federal do par) ; <u>Amanda Cruz </u> (UFPA/PPGP - Universidade Federal do par) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O artigo apresenta como as polticas de ateno sade inseridas no Programa Nacional de Humanizao do SUS podem ser transpostas s outras reas do servio pblico imbricada por princpios ticos. Polticas essas voltadas ao encontro do Outro com co-responsabilidade na formao do cidado autnomo atravs de aes dotadas de carter educativo. Trabalha com conceitos e princpios do referidos Programa, como &#61558; Humanizar &#61558; Princpios e Diretrizes &#61558; Cuidado &#61558; Acolhimento &#61558; Acessibilidade &#61558; Prioridade &#61558; Integralidade &#61558; reeducando Por que centralizar o Programa de Humanizao do SUS na rea da sade? A proposta de transpor os conceitos e fundamentos oferecidos pelo  Programa HumanizaSUS ao cotidiano da prestao de todos os servios pblicos por meio da sensibilidade capacidade de demanda do usurio e a possibilidade de resposta como prtica de incluso. Torna-se um desafio para a garantia de cuidados especializados conforme a necessidade de cada cidado coerente e de relao solidria com vista s polticas sociais. Sabe-se que a fragilizao caracterstica dos espaos pblicos um fator que diminui a estabilidade e a interao entre a gesto e cidado, as pessoas perdem a identidade e a instituio a responsabilidade do cuidar, o ambiente complicador. Faz-se necessrio na tentativa de fortalecer os espaos pblicos . O acolhimento ampliado, entre o governo, trabalhadores e sociedade, digno e responsvel, um dispositivo indispensvel ao encontro do Outro. O papel da Humanizao na dinmica organizacional traz o reconhecimento do Outro e de cada um como insuficiente. BIBLIOGRAFIA BARROS, Regina.D.B. HUMANIZAO. RJ: Fiocruz, 2006. BRASIL. MINISTRIO DA SADE - Secretaria de Ateno Sade - Ncleo Tcnico da Poltica Nacional de Humanizao - Acolhimento nas Prticas de Produo de Sade DF 2008 CECCIM, R.. FERLA, A.A. . Educao e Sade: Ensino e Cidadania Como Travessia de Fronteiras. Trab. Educ. Sade, v. 6 n. 3, p. 443-456 Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008 FERLA, Alcindo A. Demanda social e gesto em sade na pauta da integralidade. RJ: Bolet In  Lappis/Integralidade em sade, 2009. GADOTTI, M. FREIRE,P. GUIMARES, S. Pedagogia: Dilogo e Conflito. So Paulo: Cortez Editora, 1985. TEIXEIRA, Ricardo. O acolhimento num servio de sade entendido como uma rede de conversaes. RJ: UERJ/IMS. ABRASCO, 2003. p.89-111. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Humanizao, Cuidado, Cidadania</td></tr></table></tr></td></table></body></html>