<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:401-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">401-1</td><td><b>Prticas de cuidado integral no contexto da organizao dos servios de sade</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Fernanda Carlise Mattioni </u> (ENSP/FIOCRUZ - Escola Nacional de Sade Pblica Srgio AroucaESF/SES-RS - Coordenao Estadual Estratgia Sade da Famlia - SES/RS) ; Maria de Lourdes Denardin Bud (UFSM - Universidade Federal de Santa Maria) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O presente trabalho teve como objetivo conhecer as prticas de cuidado de uma equipe de Estratgia de Sade da Famlia (ESF) e sua relao com a integralidade. Trata-se de pesquisa de campo, descritiva, qualitativa. Utilizou-se observao participante e entrevistas para a coleta dos dados, os quais foram analisados a partir da anlise temtica (MINAYO, 2004). Dentre os resultados, apresenta-se a subcategoria organizao dos servios de sade como fator associado ao exerccio da integralidade. Nesse tpico, destacam-se a dificuldade de acesso a USF, a grande populao referenciada ESF, a falta de recursos materiais, a dificuldade de realizar um trabalho interdisciplinar e manter uma comunicao eficaz na equipe e desta com a comunidade foram apontados como fatores associados a um maior ou menor exerccio de prticas de cuidado integral. Nesta lgica, Casate e Corra (2005) dizem que a reorientao do modelo assistencial demanda a reviso das prticas cotidianas, com nfase na criao de espaos de trabalho menos alienantes que valorizem a dignidade do trabalhador e do usurio. Essa reviso implica na consolidao de prticas interdisciplinares, haja vista que a complexidade dos sujeitos e suas relaes sociais demandam a atuao de vrias profisses para ser contemplada, pois  um projeto teraputico da integralidade e da resolutividade muito mais complexo do que pode responder o recorte e circunscrio de uma profisso isolada (CECCIM, 2006, p. 263). Da mesma forma, o exerccio do planejamento em sade integra a reorientao das prticas cotidianas dos servios de sade, pois, conforme Ciampone e Melleiro (2005) trata-se de um processo contnuo, que permite a equipe o conhecimento das demandas em sade instigando-os a procurar maneiras efetivas para responder a essas demandas. Por fim, Pinheiro e Mattos (2006) nos dizem que na perspectiva da integralidade, o cuidado tomado como uma tecnologia assistencial complexa, presente em todos os nveis de ateno do sistema. Dessa forma, a rede de ateno sade deve estar organizada para responder as necessidades dos usurios no momento em estas se manifestarem. Assim, observa-se que o fomento a prticas de cuidado integral dependem de vrios fatores, os quais so negociados e disputados por diferentes agentes no cotidiano das instncias de gesto e assistncia e pauta-los na agenda desse campo fundamental para a consolidao de tais prticas no cotidiano dos servios de sade. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Cuidado Integral, Sade da Famlia, Organizao</td></tr></table></tr></td></table></body></html>