<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:400-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">400-2</td><td><b>Pr-natal na Residncia Integrada em Sade (RIS): O enfermeiro conhecendo a integralidade da assistncia, alm da abrangncia biolgica.</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td>Cristiane Ribas (ESP-SES/RS - Esola de Sade Pblica/RS) ; <u>Sabrina Rocha </u> (ESP-SES/RS - Esola de Sade Pblica/RS) ; Tain Nicola (ESP-SES/RS - Esola de Sade Pblica/RS) ; Maria Antonia Heck (ESP-SES/RS - Esola de Sade Pblica/RS) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>No perodo pr-natal ocorrem diversas mudanas fsicas, psicolgicas nas gestantes em especial no que tange o parto e a maternidade. Dessa forma necessrio englobar aes de promoo, preveno, diagnstico e tratamento adequado, salientando o ciclo gravdico puerperal pode ser o nico contato que essa mulher em idade reprodutiva tenha com os servios de sade. Este trabalho trata de um relato de experincia desenvolvido por residentes de enfermagem na (RIS), nfase Ateno Bsica em Sade Coletiva, no Centro de Sade-Escola Murialdo (CSEM), Porto Alegre, RS, lotados em unidades de Estratgia de Sade da Famlia (ESF). O objetivo relatar a vivncia do pr natal de baixo risco na formao em servio do enfermeiro-residente, pois percebemos a lacuna deixada entre o ensino da graduao e a realidade da prtica assistencial. Na grande maioria das vezes, no so levadas em considerao as questes psicolgicas, sociais, e interdisciplinares relacionadas ao ciclo gravdico puerperal, as quais poderiam qualificar o trabalho e tornar mais efetivas as aes, pois a gestante no apenas um  corpo gestante . A experincia RIS rica em diversos aspectos, no que tange a assistncia pr-natal muito marcante, pois h a possibilidade no apenas do enfermeiro realizar as consultas intercaladas com o mdico, mas trocar experincias com os demais profissionais na realizao de inter-consultas, complementando a especificidade de cada ncleo, trabalhando realmente como equipe multiprofissional, pressuposto da residncia na qual estamos inseridos. Essa multidisciplinaridade na grande maioria dos servios no acontece, so apenas profissionais que trabalham na mesma equipe, mas que no trabalham em equipe. Portanto imprescindvel que no ocorra um descompasso entre a teoria e prtica, sendo necessria a adoo de um conjunto de medidas de ordem estrutural, gerencial, financeira e educativa, as quais vm ao encontro das expectativas dos estudantes em seu campo e tambm, para que se propicie s mulheres um pr-natal, parto e puerprio qualificado e resolutivo, desenvolvendo, dessa maneira, uma aprendizagem eficaz para a ateno integral sade e capacitando os profissionais para uma atuao abrangente no SUS.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Pr Natal, Formao em servio, Enfermagem</td></tr></table></tr></td></table></body></html>