<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:301-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">301-1</td><td><b>Sade Coletiva: elo de integrao educao-sade-sociedade</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Onofre Ricardo de Almeida Marques </u> (ESP/MG - Escola de Sade Pblica do Estado de Minas Gerais) ; Marilene Barros de Melo (ESP/MG - Escola de Sade Pblica do Estado de Minas Gerais) ; Luiz Carlos Brant Carneiro (FUNEDI - Fundao Educacional de Divinpolis) ; Ana Flvia Quinto Fonseca (ESP/MG - Escola de Sade Pblica do Estado de Minas Gerais) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O campo da Sade Coletiva tem como trip interdisciplinar as cincias sociais, a epidemiologia e o planejamento/gesto e, caracteriza-se por conhecimentos mais estruturados e articulados s polticas pblicas e s prticas dos servios. Dessa forma, distingue-se como um elo de interlocuo da rea biomdica com as cincias sociais, aproximando-se das demandas e necessidades coletivas. Essa situao provoca indagaes consistentes perante as suas possibilidades e o pequeno espao que tem ocupado na formao dos profissionais da sade. Diante disso, realizou-se uma pesquisa qualitativa de carter tranversal com os alunos e professores de um mestrado da rea da sade em uma universidade federal, com o propsito de investigar as percepes, imagens e idias que esses atores scociais tm em relao Sade Coletiva. A opo pela ps-graduao stricto sensu por compreend-la como o lugar de qualificao para aqueles que, provvelmente, sero os responsveis pela formao de trabalhadores da sade. Entrevistou-se 30 sujeitos e, atravs da anlise de contedo, apreendeu-se duas categorias de anlise: modelo biomdico e sade coletiva. De modo geral, no mbito da ps-graduao, as imagens, percepes e idias que se tm da sade coletiva so complexas, diversas e expressam uma formao ainda marcada pelo modelo biomdico. Pequena parcela dos entrevistados compartilha da concepo da sade como resultado de um processo de produo social, e que tem como significante a condio de existncia das pessoas no seu viver cotidiano, individual ou coletivo. Observou-se que essas percepes relacionam-se a valores que so construdos pelos atores no bojo no apenas na graduao e nas reas de concentrao do mestrado, mas tambm no interior de instituies sociais como famlia, escola e trabalho. Assim, torna-se necessrio que as instituies formadoras repensem a sua estrutura curricular, delimitando saberes e prticas que enfatizem uma melhor compreenso da determinao social do processo sade-doena. E, dessa maneira, viabilize uma melhor articulao da ao profissional com as atitudes, as crenas e os valores dos diversos sujeitos, construindo categorias mais globais e que compreendam a realidade como um todo. Uma vez que, as possibilidades da Sade Coletiva passam, necessariamente, pela sua capacidade de formao dos recursos humanos e de favorecimento da articulao educao-sade-sociedade em prol do processo de construo do Sistema nico de Sade.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Ps-Graduao Strito Sensu, Representao Social, Sade Coletiva</td></tr></table></tr></td></table></body></html>