<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:300-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">300-1</td><td><b>A violncia desvelada na sade mental pela intersetorialidade Sade e Educao</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td>Carmen Tereza Gonalves Trautwein (PMSP STS IPIRANGA - Prefeitura Municipal de So PauloPMSP STS IPIRANGA - Prefeitura Municipal de So Paulo) ; <u>Marilda Silva de Sousa Tormenta </u> (PMSP - CRS SUDESTE - Prefeitura Municipal de So Paulo) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>INTRODUO: No trabalho como psicloga clnica, em Unidades Bsicas de Sade da Prefeitura Municipal de So Paulo, recebemos inmeras queixas de dificuldades de aprendizagem trazidas por mes de alunos, que buscam no atendimento psicolgico destas unidades, a soluo para tais queixas. Tomando como referencial terico a abordagem scio-histrica, formulada por L. S. Vygotsky, desenvolvemos pesquisa sobre este tema para dissertao de mestrado e aqui discutiremos os resultados. OBJETIVOS: Compreender que sentido as crianas constroem sobre si quando encaminhadas pelo professor, a um servio de atendimento psicolgico, com dificuldades de aprendizagem. METODOLOGIA: Realizamos uma pesquisa qualitativa por meio de entrevistas individuais e em grupo, com cinco participantes, com idade entre 8 e 12 anos, alunos de escolas pblicas, encaminhados ao atendimento psicolgico em uma Unidade Bsica de Sade do municpio de So Paulo. Desenvolvemos um estudo exploratrio, na perspectiva de uma primeira investigao sobre os sentidos construdos pelo aprendiz, realizando anlise de contedo com uma conotao construtivo-interpretativa. RESULTADOS: A escola vista como um lugar chato, fraca; onde possvel ser mandado para a diretoria, ficar sem recreio ou ser suspenso, alm de ser o local de vrias agresses, punies e injustias. Os professores so apontados como pessoas violentas que desrespeitam seus alunos, seja por mentir, dando falsos parabns; fazer ameaas e no cumpri-las; criar situaes desagradveis onde um aluno exposto frente aos colegas; gritar muito, causando ansiedade e por menosprezar as habilidades dando mais desenho ou encarregando de pequenas tarefas, mantendo-o margem das atividades da classe. A violncia nua e crua parece fazer parte do cotidiano das escolas no apenas por parte de professores que beliscam, do cascudos, puxam e empurram, mas tambm dos alunos que se vangloriam de quebrarem braos de colegas e de terem assistido a colegas quebrando brao de professor. CONCLUSO: Este estudo confirmou ser possvel utilizar a entrevista com crianas como instrumento vlido para ouvir o aluno, sujeito diretamente implicado no processo. O fato de dar voz aos alunos entrevistados mostrou ser instrumento significativo na mediao das pretensas dificuldades com seus possveis portadores. As entrevistas permitiram descobrir, segundo o verso de Caetano, que s vezes o aluno  cala a boca, mas no cala na boca, notcias ruins . </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;dificuldade de aprendizagem, integrao sade-educao, violncia</td></tr></table></tr></td></table></body></html>