<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:285-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">285-2</td><td><b>Dinmica de Funcionamento e Demandas do Conselho Local de Sade  UBSF Wagner Jorge Bortotto Garcia/Mrio Covas, Distrito Sul  Campo Grande/MS, 2004-2009</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td>Milca Lopes de Oliveira (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; <u>Maria de Ftima Pires Totti </u> (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Ana Paula Mesquita Marques (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Anna Carla Bento Sabeh (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Mariana Antunes da Silva (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Renan Carvalho Paim (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Hilton Lus Alves Filho (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Kaliana Geraldo Donato (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Emilia Daniele Arajo (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Maria Vanda Silva Garcez (SESAU - Secretaria Municipal de Saude de Campo Grande - MS) ; Paola Mayumi Inagaki (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Clareza Marluz Silva (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Ricardo Saravy de Arajo (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Cristiano de Campos Lara (SESAU - Secretaria Municipal de Saude de Campo Grande - MS) ; Celene Arajo da Silva (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Gisele Walter de Silva (UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) ; Giovana Giroto Bellintani (SESAU - Secretaria Municipal de Saude de Campo Grande - MS) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2><b>Introduo:</b> A participao social na poltica de sade foi legalizada na Constituio de 1988 e regulamentada em 1990 pela Lei Federal N 8.142/90, que dispe sobre o andamento de duas instncias colegiadas: Conselhos e Conferncias de Sade. O conselho local de sade realiza o controle social em sade pblica, sendo a expresso mxima da participao popular, contribuindo para responder necessidades em sade de uma determinada populao. <b>Objetivo: </b> Analisar a prtica do controle social exercida em um conselho local de Sade e sua influncia no municpio de Campo Grande/MS. <b>Mtodo:</b> Estudo descritivo das Atas das reunies do conselho local da UBSF que analisa e agrupa as demandas do conselho local  queixas/reclamaes, reivindicaes/sugestes, decises/deliberaes/encaminhamentos, segundo os componentes do diagnstico situacional de Mario Testa (1986). <b>Resultados:</b> Os Conselhos organizam-se em plenrio, com uma coordenao e uma secretaria. A composio ficou paritria em algumas eleies e no paritria em outras. A representatividade tmida e, raramente, falam em nome do seu segmento. Houve pausas prolongadas nos anos 2004-2007 e reunies mensais regulares nos anos 2008-2009. Nas queixas, 86,7% relacionou-se aos servios de sade, 8,9% ao setor sade e 4,4% a aspectos epidemiolgicos. Nas sugestes, 67,18% foram relativas ao servio sade, 29,68% ao setor sade e 3,12% a aspectos epidemiolgicos. Quanto s deliberaes, 60% foram referentes ao setor sade, 38% ao servio sade e, apenas 2%, aos aspectos epidemiolgicos. <b>Concluso:</b> As reunies mensais vem se tornando regulares a partir de 2008, a paridade vem se mantendo e h desconhecimento do segmento usurio quanto ao real papel do conselho local, dificultando os processos de discusso, regularidade e presena nas reunies, votao e demais encaminhamentos. Verificamos a ineficincia do conselho em deliberar, encaminhar e solucionar problemas de sade. Os servios de sade so os elementos mais presentes nas queixas, sugestes e, nas deliberaes, o setor sade. Os profissionais e gestores detm maior conhecimento que os usurios, entretanto, os segmentos necessitam de conhecimento mais amplo sobre a funo do papel do conselho como fator decisrio para o bom funcionamento das unidades de sade, para influenciar as polticas de sade pblica no municpio e aes de promoo da sade para a populao fortalecendo, assim, doutrinas e princpios do SUS.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Polticas de sade, Controle Social, Participao em sade</td></tr></table></tr></td></table></body></html>