<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:276-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">276-1</td><td><b>ACOLHIMENTO E VNCULO: PERCEPES SOBRE AS PRTICAS DOS PROFISSIONAIS DE UMA EQUIPE DE SADE DA FAMLIA</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Stphanie Gonalves Macdo Rosa </u> (IESC - Instituto de Estudos em Sade Coletiva - UFRJEEAAC - Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa - UFF) ; ndrea Cardoso de Souza (EEAAC - Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa - UFF) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As aes a serem desenvolvidas na Estratgia de Sade da Famlia apontam para as trocas (conversa) entre os integrantes das equipes e os usurios, buscando uma apreenso ampliada das necessidades de sade da populao, atravs da criao de vnculos. Nessa perspectiva, a temtica do acolhimento tem se mostrado um potente dispositivo para singularizao dos servios, atravs do reconhecimento das necessidades de sade da populao. Diante do exposto, este estudo buscou conhecer os significados que os profissionais de uma equipe de sade da famlia atribuem ao acolhimento e como se d a prtica do acolhimento por esses profissionais durante a ateno populao, alm de perceber como o vnculo estabelecido entre o profissional e o usurio influencia no processo de responsabilizao da ateno prestada. Trata-se de um estudo de caso desenvolvido na unidade de sade da famlia Aldeia da Prata do municpio de Itabora, estado do Rio de Janeiro. A amostra foi composta por nove profissionais, integrantes de uma equipe de sade da famlia. Os dados foram coletados a partir de entrevista semi-estruturada. O estudo obteve aprovao pelo Comit de tica da Faculdade de Medicina do Hospital Universitrio Antnio Pedro. Identificou-se que a noo de acolhimento ainda est muito atrelada idia de recepo, de triagem. Pensar acolhimento nessa perspectiva nos remete ao empobrecimento do conceito, uma vez que o reduz a uma ao pontual e descomprometida com os processos de responsabilizao e produo de vnculo. Por outro lado, os sujeitos da pesquisa acreditam que o vnculo pode facilitar a responsabilizao, na medida em que promove um trabalho humanizado, que requer envolvimento com a vida e com o cotidiano das pessoas. O acolhimento baseado na escuta do outro contribui para construo de redes de conversaes e para criao de vnculos, que devem se orientar pela busca de maior conhecimento das necessidades do usurio. O estabelecimento de vnculos e a responsabilizao entre os profissionais de sade e os usurios podem ser alcanados atravs de escuta qualificada dos usurios, fazendo com que a populao seja atendida a partir de uma compreenso ampliada das suas necessidades de sade. Uma viso ampliada implica numa redefinio do objeto, do objetivo e dos meios de trabalho da ateno, devendo ser considerados elementos biolgicos, subjetivos e sociais do processo sade-doena, e a escuta qualificada contribui fortemente para essa redefinio. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Acolhimento, Estratgia de Sade da Famlia, Vnculo</td></tr></table></tr></td></table></body></html>