<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:238-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">238-1</td><td><b>As representaes construdas pela dinmica do corpo de trabalho em emergencia no Sistema nico de Sade. </b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Rejane Moschen </u> (HNSC / GHC - Hospital Nossa Senhora da Conceio S AUFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul) ; Maria da Graa Corso da Motta (UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do SulHNSC / GHC - Hospital Nossa Senhora da Conceio S A) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Este estudo teve o objetivo de conhecer como a equipe de enfermagem numa emergncia percebia sua interdependncia no corpo de trabalho. Teve abordagem qualitativa descritiva. A coleta de dados ocorreu em oficinas de reflexo coletiva no Mtodo Criativo e Sensvel. Os participantes foram trs enfermeiras, seis tcnicos e dois auxiliares de enfermagem da maior emergncia pblica de Porto Alegre. Das reflexes analisadas surgiram trs categorias distintas: percepes de corpo, relao dos sistemas no corpo, corpo de enfermagem em emergncia. Os resultados revelaram um grupo surpreendentemente desafiado pela interdependncia de seus membros no exerccio do trabalho. Certa impotncia e frustrao no cotidiano emergiu pela sobrecarga ao corpo de enfermagem e pelo (des)cuidado frente ao contexto de intensa produtividade humana caracterstica dos servios de emergncia. Os momentos de reflexo coletiva pautados num corpo biolgico permitiram equipe visualizar-se mutuamente e sentirem-se fundamentais ao grupo.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;corpo de trabalho, trabalho em equipe, enfermagem</td></tr></table></tr></td></table></body></html>