<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:229-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">229-3</td><td><b>EXTENSO POPULAR: OUTRA PERSPECTIVA DE FAZER E PENSAR A FORMA! O UNIVERSITRIA E O COMPROMISSO SOCIAL ACAD`MICO</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Pedro Jos Santos Carneiro Cruz </u> (UFPB - Universidade Federal da ParabaANEPOP - Articulao Nacional de Extenso Popular) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As desigualdades socio-econmicas e alienao da cidadania percebidas hoje em todo o mundo demonstram o quanto as propostas de organizao poltica e educativa em voga na sociedade capitalista no vm repercutindo na melhoria da qualidade de vida da maioria das pessoas, especialmente daqueles setores mais expostos s barbries citadas. Como instituio social mantida graas a financiamento pblico, espera-se da Universidade contribuies efetivas para a superao deste quadro. Todavia, em meio s tenses internas, fazer a Universidade se inserir nesta luta tem se revelado desafiador h muito tempo. Nessa direo, continuando a histria de diversas iniciativas de dilogo universitrio com as classes populares, algumas institucionais e a maioria subversivas, as prticas de Extenso Popular apresentam-se hoje como alternativa para a construo de outras perspectivas universitrias, pautadas pela tica humanizante e pela emancipao cidad. A Extenso Popular constri outra utilidade para o saber cientifico, colocando-o em relao horizontal com os saberes populares, engajando-o no mutiro de lutas das classes sociais mais desfavorecidas, gerando conhecimentos e caminhos para a superao dos problemas sociais e promoo da vida com realizao de direitos e dignidade. Se olharmos atentamente para estes empreendimentos dialgicos, perceberemos existir neles uma teoria fortemente cristalizada em princpios ticos e cuidados metodolgicos orientadores das suas aes: a Educao Popular (EP). Ao se inserir no campo da Extenso, a EP procura responder ao desafio de fortalecer uma nova perspectiva terica e epistemolgica para a universidade. Ademais, seus empreedimentos potencializam a formao de profissionais com postura crtica frente a realidade e com viso humanstica. Dentre suas aes, essa extenso busca uma racionalidade mais solidria, humanamente e ambientalmente amorosa, com a qual se pode ensaiar respostas fortes contra o movimento hegemnico de significao dos homens e mulheres enquanto valores de mercado, entes produtivos em favor de um sistema muito maior do que todos, inclusive do que a natureza. No atual contexto acadmico, as realizaes de Extenso Popular em todo o pas trazem impactos para a pesquisa e a formao, demonstrando firmemente que existem perspectivas para a construo de novas relaes e intencionalidades educativas na universidade.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Universidade, Formao em sade, Educao Popular</td></tr></table></tr></td></table></body></html>