<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:218-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b></b><br><table width="100%"><tr><td width="60">218-1</td><td><b>Sade e mobilizao popular no Groto: uma construo coletiva</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Sedruoslen Guelir Cavalcanti Costa </u> (UFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da Paraba) ; Ana Carolina Lucena Pires (UFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da Paraba) ; Ligia Maria Cabedo Rodrigues (UFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da Paraba) ; Natlia Maria Mesquita de Lima (UFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da Paraba) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A residncia multiprofissional em sade da famlia e comunidade/UFPB (RMSFC) encontrou um territrio estigmatizado por equipes de sade da famlia (ESF) e pela prpria populao como aptico e desorganizado politicamente  o Groto. Apesar de haver lideranas locais interessadas e a experincia do  Conselho Comunitrio (CC), experincias antigas de mobilizao, a exemplo de associaes de bairro oportunistas, desacreditavam novas experincias de organizao. Percebemos que o CC tinha muito potencial de mobilizao, pois tinha convices de no ser apenas um conselho local de sade institudo, e agregava lideranas locais bastante criticas. As reunies mensais (pela manha) favoreciam a participao das ESF, mas no a dos trabalhadores que moravam na comunidade. O espao para reunies, a sede do AA na extremidade do bairro e de tamanho pequeno no favorecia a participao de muitas pessoas. Reavaliamos o espao e o horrio, ento articulamos reunies extra-ordinrias para o espao da escola municipal (no centro da comunidade) no turno da noite. Organizamos os passos para reviver o CC, a 1 Assemblia do bairro do Groto. Discutiu-se as estratgias para tal, articulao de carros de som, do ptio da escola, de lideranas e instituies que atuem no bairro, ao dos ACSs convidando moradores, montagem da pauta organizada. Nessa primeira assemblia conseguimos uma participao efetiva dos moradores do bairro, contando entre novos e antigos atores aproximadamente 40 pessoas, numa grande roda de conversa. Articularam-se novas reunies extra-ordinrias (Janeiro/10, Fevereiro/10) com o objetivo de irmos agregando novos atores. Na terceira reunio conseguimos identificar a inteno dos moradores em ser conselheiros, atingindo o numero de 20 conselheiros, representando os segmentos educao, sade, moradia, religio, juventude, esportes, idosos, entre outros. As reunies ordinrias agora acontecem como fruns comunitrios sempre na escola municipal no turno da noite. Em suas reunies esto organizando demandas de sade, infra-estrutura e meio-ambiente, dialogando com instncias municipais e ONGs para realizao dessas atividades. O trabalho de base crtico para organizao de comunidades muito importante para efetivao do controle social. O trabalho de base deve adequar-se comunidade e dialogar sempre com os parceiros que querem promover a autonomia da comunidade. muito importante que se observe o horrio e o espao que melhor favoream os moradores do bairro.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Organizao Popular, Controle Social, Participao Popular</td></tr></table></tr></td></table></body></html>