<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:77-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">77-1</td><td><b>AS CONCEPES DOS PROFISSIONAIS DA ESTRATGIA DE SADE DA FAMLIA SOBRE A CATEGORIA GNERO</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Kerle Dayana Tavares de Lucena </u> (UFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da Paraba) ; Ana Tereza Medeiros Cavalcanti da Silva (UFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da Paraba) ; Csar Cavalcanti da Silva (UFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da Paraba) ; Ronei Marcos de Moraes (UFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da Paraba) ; Waglnia de Mendona Faustino E Freitas (UFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da ParabaUFPB - Universidade Federal da Paraba) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>INTRODUO: O modelo de sade que se prope com o SUS comporta a teoria da determinao social do processo sade-doena, evidenciando a compreenso da natureza humana como fenmeno constitudo por inumerveis fatores naturais e sociais das diferentes dimenses da universalidade que compe a dinmica da vida de relaes dos seres humanos. A desigualdade de gnero tem comprometido a qualidade de vida das mulheres ao se apresentar transversal a todos os aspectos de suas vidas. Disso decorre a opresso que se manifesta nas diversas violncias de gnero, entre as quais, a violncia domstica e a institucional, traduzidas em violncia fsica, emocional e social, realizadas de diferentes modos, como a discriminao, a interdio da vontade sobre o destino e sobre o corpo. OBJETIVO: Compreender os limites e as possibilidades da transformao do modo tradicional de assistncia sade das mulheres nos servios pblicos, a partir dos processos de trabalho da equipe de sade da ESF. METODOLOGIA: O estudo foi realizado em Unidades de Sade do municpio de Joo Pessoa  PB. Entrevistamos os profissionais de sade envolvidos na assistncia sade da mulher. Identificamos os temas emergentes dos discursos que permitiam a organizao dos blocos de significao que orientaram a construo das seguintes sub-categorias empricas: A desigualdade de gnero permeando as relaes profissional/cliente; As possibilidades/limites de transformao do modo tradicional de se efetivar as relaes de trabalho em sade na perspectiva de gnero. DISCUSSO: Nos depoimentos, podemos observar que o relacionamento homem-mulher vem passando por diversas mudanas, principalmente com a participao da mulher na vida pblica, mas ainda h a prevalncia da hegemonia masculina nas relaes conjugais do espao privado. A independncia econmica da mulher pode ameaar a identidade masculina e criar dificuldades para a relao homem-mulher. A violncia manifestada, desde as situaes cotidianas consideradas normais, como a excluso feminina dos espaos mais qualificados do mercado de trabalho e a negao de seus desejos e direitos sobre suas vidas, at a violncia propriamente dita. CONCLUSO: Evidenciamos o quanto a perspectiva de gnero ainda no est incorporada na reflexo sobre as polticas pblicas de sade, embora, agora, seja referida. Parece ser uma ao que tem um lugar especfico, por conta da interlocuo do movimento feminista com as gestes municipais. </font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Estratgia de Sade da Famlia, Gnero, Trabalho</td></tr></table></tr></td></table></body></html>