<HTML><HEAD><TITLE>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>9 Congresso Nacional da Rede Unida 2010</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>Resumo:37-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td><b>Poster (Painel)</b><br><table width="100%"><tr><td width="60">37-2</td><td><b>A PREMATURIDADE COMO PRINCIPAL CAUSA DE INTERNAO EM UMA UTI NEONATAL DO SUL DO BRASIL</b></td></tr><tr><td valign=top>Autores:</td><td><u>Andrea Moreira Arru </u> (UFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIAUFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIAUFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIAUFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA) ; Eliane Tatsch Neves (UFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA) ; Andressa da Silveira (UFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA) ; Greice Machado Pieszak (UFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA) ; Luis Felipe Dias Lopes (UFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA) ; Stela Maris de Mello Padoin (UFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA) ; Caroline Sissy Tronco (UFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA) ; Caroline Vieira Mathias (UFSM - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA) </td></tr></table><p align=justify><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Introduo: A taxa de mortalidade infantil (TMI) sofreu significativa queda, em nvel mundial, e no Brasil nas ltimas dcadas. Porm, as taxas referentes ao perodo neonatal continuam em elevao, em especial as relacionadas s afeces perinatais. Atenta-se para esse perodo por ser uma fase propensa a ocorrncia de sequelas incapacitantes e de longa durao. Com o uso de tecnologias mais complexas e especficas a prematuridade e o baixo peso extremos, passam a ter um prognstico favorvel assim como as gestaes ps-termo com intercorrncias. Objetivo: caracterizar a morbimortalidade dos neonatos internados na Unidade de Tratamento Intensivo (UTIN) de um Hospital Escola do Sul do Brasil no ano de 2003. Mtodo: Trata-se de uma pesquisa quantitativa, retrospectiva de carter de carter descritivo-exploratrio, com coleta de dados diretamente nos pronturios disponveis no arquivo mdico da instituio. Resultados: Trata-se do de uma pesquisa em andamento que inclui o recorte temporal de 2002-2006. Para este relato foram selecionados os dados referentes ao ano de 2003. Foram analisadas as variveis relativas ao sexo,motivo de internao e histria diagnstica desenvolvida durante a internao. Pode-se constatar no que tange as caractersticas dos recm-nascidos que houve um predomnio de internaes do sexo masculino sobre o sexo feminino. A prematuridade e o desconforto respiratrio constituram os principais motivos que levaram os neonatos a serem admitidos na UTIN. As outras causas se referem s infeces neonatais, baixo peso, anxia/hipxia, ictercia, malformaes congnitas, hipoglicemia, entre outros. Com relao s morbidades desenvolvidas no decorrer da internao as infeces neonatais incidiram em mais da metade dos neonatos, seguidas pelos distrbios respiratrios, ictercia, anxia/hipxia, distrbios cardacos, mal formaes congnitas e convulses. Concluso: Os achados podero servir para posteriores avaliaes e comparaes tanto da populao como para nortear o planejamento de aes que promovam uma melhora na qualidade de sade da criana, visando a reduo da mortalidade infantil.</font></p><br><b>Palavras-chave: </b>&nbsp;Enfermagem neonatal, Indicadores de Morbi-mortalidade, Mortalidade Neonatal</td></tr></table></tr></td></table></body></html>